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Aquele que escreve

Eduardo Silveira é ​proliferante. Tem, como formação, a biologia. No entanto, assim como Mia Couto, não se sente vivendo nela, mas passeando como um visitante, com a alma perdida pelos territórios da arte: literatura, teatro, palhaçaria. 

Atua como professor de biologia no IFSC (Instituto Federal de Santa Catarina) e pesquisa na área da educação.  Há algum tempo tem pesquisado também o universo da encadernação, edição e publicação artesanal. 

Além de "O Senhor Toshiaki", publicou contos e poesias em jornais como Rascunho, RelevO e em publicações resultantes de concursos literários.

É casado com a Franciele e pai da Clara.

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